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Como tornar um sistema iot descentralizado?

Transformar um sistema IoT em um sistema descentralizado pode ser feito de várias maneiras, e a escolha do método depende muito dos requisitos específicos, como segurança, escalabilidade, custo e complexidade. Vou abordar algumas abordagens que podem ser úteis, incluindo a ideia de usar blockchain e alternativas para descentralização.

1. Descentralização sem Blockchain:

Se o seu objetivo principal é descentralizar o gerenciamento de dados sem depender de uma plataforma central (como a nuvem), há várias formas de alcançar isso sem usar blockchain, que pode ser mais complexo e exigir maior poder computacional. Algumas abordagens incluem:

a. Redes P2P (Peer-to-Peer):

Em vez de ter uma plataforma centralizada que coleta os dados, você pode implementar uma arquitetura de rede P2P onde os dispositivos (nós ESP32) comunicam diretamente entre si. Esses dispositivos podem armazenar e compartilhar dados de forma autônoma, sem depender de um servidor central. Vantagens:

Autonomia: Cada nó é responsável por enviar, receber e armazenar dados.

Escalabilidade: O sistema pode crescer sem sobrecarregar um único servidor ou serviço central.

Resiliência: Como não há um único ponto de falha, o sistema pode ser mais resiliente a falhas de rede ou hardware.

Você poderia usar protocolos como MQTT ou CoAP para comunicação entre dispositivos, que já possuem suporte para ambientes distribuídos e podem ser configurados para trabalhar de forma peer-to-peer (P2P).

b. Protocolo de Consenso Simplificado (sem Blockchain):

Em sistemas distribuídos, você pode implementar um protocolo de consenso sem recorrer ao blockchain. Isso pode envolver uma abordagem em que os nós concordam sobre os dados ou eventos de forma simplificada (sem minerar ou validar como em um blockchain).

Por exemplo, poderia ser desenvolvido um protocolo de consenso onde:

Cada dispositivo pode enviar e verificar dados de sensores com validação distribuída.

Caso haja discrepâncias, você pode criar um sistema de verificação entre os dispositivos para garantir a consistência, sem a necessidade de blockchain completo.

c. Edge Computing / Computação na Periferia:

Outra forma de descentralizar o processamento e o armazenamento dos dados seria mover a lógica de processamento para a "borda" da rede, ou seja, nos próprios dispositivos ou em pequenos gateways locais que podem coletar, processar e armazenar dados. Nesse cenário, os dispositivos ESP32 poderiam realizar processamento local, reduzir latência e enviar apenas dados agregados ou validados para outros dispositivos ou para uma plataforma externa, se necessário.

2. Blockchain no Sistema IoT Descentralizado:

Agora, se você realmente está interessado em utilizar o conceito de blockchain para descentralizar o sistema, a blockchain pode ser uma boa escolha, especialmente se você precisar garantir a integridade, rastreabilidade e segurança dos dados de sensores de forma imutável. Embora seja um pouco mais complexo de implementar, blockchain pode ser útil se o sistema exigir:

Imutabilidade e transparência dos dados.

Segurança: Os dados seriam criptografados e, por serem imutáveis, se tornam difíceis de manipular.

Autonomia dos dispositivos: Em vez de depender de um servidor central para validação, cada dispositivo pode registrar e validar transações de dados de forma independente, com um consenso distribuído.

Porém, como você mencionou, blockchain pode ser uma escolha trabalhosa, especialmente para quem está começando. Algumas opções de blockchain específicas para IoT incluem:

IOTA: Focada em IoT, IOTA usa uma tecnologia chamada Tangle (uma espécie de DAG - Directed Acyclic Graph), em vez da tradicional cadeia de blocos. Ela foi projetada para ser altamente escalável e de baixo custo, tornando-a uma boa escolha para sistemas IoT com dispositivos pequenos como o ESP32.

Ethereum (usando contratos inteligentes): Embora o Ethereum seja mais conhecido por aplicações financeiras, ele também pode ser usado para contratos inteligentes em um sistema IoT. Porém, tem custos de transação (gas) que podem ser altos para certos tipos de dados.

Hyperledger: Uma plataforma de blockchain permissionada, mais voltada para uso corporativo, onde você pode ter maior controle sobre quem pode participar da rede. Isso pode ser útil se você tiver um número limitado de nós e quiser controlar quem pode registrar e validar dados.

Entenda o Domínio .ZIL: O Futuro da Identidade na Blockchain

Você já ouviu falar do domínio .ZIL? É muito mais do que um simples endereço na web. Ele representa o futuro da identidade digital e da segurança na internet!

O que é o Domínio .ZIL?

O domínio .ZIL é uma inovação baseada na tecnologia blockchain, criada para ser utilizada em aplicações descentralizadas (dApps) e identidade digital. Diferente dos tradicionais .com ou .net, o .ZIL permite que você registre um domínio vinculado diretamente à blockchain da Zilliqa, garantindo autenticidade e segurança.

Para Que Serve?

1️⃣ Identidade Digital Segura: Cada domínio .ZIL é único e verificável na blockchain, proporcionando um nível superior de segurança e autenticidade para sua identidade online.

2️⃣ Integração com dApps: Ideal para desenvolvedores e usuários de aplicações descentralizadas (dApps), o domínio .ZIL facilita o acesso e a interação com serviços baseados em blockchain.

3️⃣ Transações Descentralizadas: Com a blockchain da Zilliqa, você pode realizar transações diretamente através do seu domínio .ZIL, simplificando pagamentos e outras interações financeiras.

4️⃣ Flexibilidade e Inovação: O .ZIL abre portas para novas formas de uso da internet, onde a identidade e a propriedade são protegidas pela tecnologia blockchain.

Como Obter um Domínio .ZIL?

Para registrar seu próprio domínio .ZIL, basta acessar esta plataforma de registro autorizada e escolher um nome único que represente sua identidade ou negócio. Explore as possibilidades de integração com dApps e beneficie-se da segurança e eficiência que apenas a blockchain pode oferecer.

Explore o Futuro da Identidade Digital com o Domínio .ZIL e Descubra Novas Fronteiras na Internet Descentralizada!

Adquira aqui seu .zil!

O Futuro dos Negócios Online: Tendências para 2024 e 2025

À medida que avançamos para os próximos anos, os negócios online continuarão a evoluir e se adaptar às mudanças no comportamento do consumidor e nas tecnologias emergentes. Aqui estão algumas tendências-chave que devem moldar o cenário empresarial digital nos próximos anos:

1. Integração de IA e Machine Learning:

A inteligência artificial (IA) e o aprendizado de máquina (Machine Learning) serão fundamentais para personalizar a experiência do cliente, desde recomendações de produtos até atendimento ao cliente automatizado.

2. Omnicanalidade:

Os consumidores esperam uma experiência fluida e integrada entre canais online e offline. Negócios que conseguirem integrar eficientemente seus pontos de contato verão uma melhoria na fidelização do cliente.

3. Comércio Eletrônico Social:

Plataformas como Instagram Shopping e Facebook Marketplace continuarão a crescer, permitindo que as marcas vendam diretamente através de redes sociais, aproveitando o poder do marketing de influenciadores.

4. Personalização em Escala:

Ferramentas avançadas de análise de dados permitirão que as empresas ofereçam produtos e experiências personalizadas em larga escala, aumentando a relevância e o engajamento com os clientes.

5. Sustentabilidade e Responsabilidade Social:

Consumidores estão cada vez mais conscientes das práticas sustentáveis e sociais das empresas. Negócios que adotarem práticas éticas e sustentáveis ​​terão uma vantagem competitiva significativa.

6. Experiência do Cliente Baseada em Dados:

A coleta e análise de dados serão essenciais para entender melhor o comportamento do cliente e melhorar continuamente a jornada de compra, desde a descoberta até a pós-venda.

7. Crescimento do Mobile Commerce:

Com o aumento do uso de dispositivos móveis, as empresas precisarão otimizar suas plataformas para oferecer uma experiência de compra rápida, intuitiva e segura em smartphones e tablets.

8. Blockchain e Segurança Digital:

A tecnologia blockchain será cada vez mais usada para aumentar a transparência e segurança nas transações online, melhorando a confiança do consumidor e reduzindo fraudes.

9. Automação e Eficiência Operacional:

Ferramentas de automação continuarão a transformar operações internas, reduzindo custos e aumentando a eficiência em áreas como logística, atendimento ao cliente e marketing digital.

10. Educação e Capacitação Online:

A demanda por educação e treinamento online continuará a crescer, oferecendo oportunidades para novos modelos de negócios e expansão global de serviços educacionais.

Conclusão:

À medida que nos aproximamos de 2024 e 2025, os negócios online enfrentarão um ambiente dinâmico e desafiador. Aqueles que conseguirem adotar estratégias inovadoras, centradas no cliente e tecnologicamente avançadas estarão bem posicionados para prosperar em um mercado digital cada vez mais competitivo e globalizado. Prepare-se para aproveitar essas tendências e transformar sua visão em realidade nos próximos anos!

Tecnologias disruptivas

Tecnologias disruptivas são inovações que transformam radicalmente setores e modelos de negócios, redefinindo a forma como vivemos e trabalhamos. 

Exemplos incluem a Internet das Coisas (IoT), conectando dispositivos para coleta de dados; Inteligência Artificial (IA), capacitando máquinas a aprender e tomar decisões; e Blockchain, revolucionando a segurança em transações. 

A impressão 3D redefine a manufatura, enquanto energias renováveis alteram a paisagem energética. Realidade Virtual e Aumentada oferecem experiências imersivas, e veículos autônomos transformam a mobilidade. 

Biologia sintética manipula organismos para benefícios médicos e alimentares, enquanto a computação quântica promete avanços em processamento de informações. 

Essas tecnologias desafiam normas, impulsionam a inovação e moldam o futuro.

Disrupção Tecnológica

A disrupção tecnológica é um fenômeno que impacta diversas indústrias e cidades ao redor do mundo. 

Abaixo estão alguns exemplos de empresas e cidades que têm experimentado ou foram impulsionadas pela disrupção tecnológica:

Uber (Empresa) - São Francisco, EUA:

A Uber revolucionou a indústria de transporte urbano ao introduzir um modelo de negócios baseado em compartilhamento de carros, usando tecnologia de aplicativos para conectar motoristas e passageiros.

Airbnb (Empresa) - São Francisco, EUA:

A plataforma Airbnb transformou a indústria de hospedagem ao permitir que as pessoas aluguem seus próprios espaços, oferecendo uma alternativa única aos hotéis tradicionais.

Tesla (Empresa) - Palo Alto, EUA:

A Tesla é uma empresa líder na fabricação de veículos elétricos e soluções de armazenamento de energia, desafiando o setor automotivo com inovações tecnológicas.

Shenzhen (Cidade) - China:

Shenzhen é conhecida como o centro de fabricação eletrônica do mundo, onde empresas como Huawei, DJI e Tencent têm sede. A cidade é um exemplo de como a tecnologia tem impulsionado o crescimento econômico.

Estocolmo (Cidade) - Suécia:

A cidade tem se destacado no cenário global de startups e inovação tecnológica, sendo o lar de empresas como Spotify, Klarna e Skype.

Bangalore (Cidade) - Índia:

Conhecida como a "Silicon Valley da Índia", Bangalore é um importante centro de tecnologia, abrigando inúmeras empresas de TI, startups e centros de pesquisa.

Alibaba (Empresa) - Hangzhou, China:

A Alibaba é uma gigante do comércio eletrônico e tecnologia, influenciando profundamente o modo como o comércio é conduzido na China e em todo o mundo.

São Paulo (Cidade) - Brasil:

Como uma das maiores cidades da América Latina, São Paulo tem experimentado disrupção tecnológica em setores como fintech, mobilidade urbana e educação, com o surgimento de diversas startups inovadoras.

Seul (Cidade) - Coreia do Sul:

Seul é uma cidade altamente tecnológica, com uma infraestrutura digital avançada e empresas como Samsung e LG, que desempenham um papel crucial na indústria de eletrônicos global.

SpaceX (Empresa) - Hawthorne, EUA:

Fundada por Elon Musk, a SpaceX tem revolucionado a indústria espacial com avanços em foguetes reutilizáveis, tornando o espaço mais acessível e sustentável.

Esses exemplos destacam como a disrupção tecnológica pode ocorrer em diferentes setores e regiões, impulsionando a inovação e transformando as economias locais.

Null

NULL é um termo utilizado em programação e bancos de dados para representar a ausência de valor ou a falta de dados. 

Ele indica a falta de informação ou a inexistência de um valor válido em uma determinada posição. 

Em linguagens como SQL, NULL é usado para indicar a ausência de um valor em uma coluna de banco de dados. 

Tratar NULLs corretamente é essencial para evitar erros e garantir integridade nos sistemas, pois operações com dados NULL podem ter comportamentos específicos que precisam ser considerados durante o desenvolvimento de software.

Drex

O Drex é uma moeda digital planejada pelo Banco Central do Brasil, visando modernizar transações financeiras. 

Diferente das criptomoedas descentralizadas, o Drex será regulado, oferecendo segurança e estabilidade.

Com base na tecnologia blockchain, apresenta um sistema de duas moedas - atacado e varejo - para facilitar pagamentos entre instituições financeiras e usuários finais. 

Permitirá transações cotidianas, investimentos e contratos inteligentes, ampliando a acessibilidade e a eficiência do sistema financeiro. 

Com uma carteira digital, os brasileiros poderão realizar transações e conversões de forma ágil e transparente. Prevê-se que o Drex revolucione a economia, promovendo uma nova era de interações financeiras digitais.

10 livros de tecnologia que você precisa ler

 "The Phoenix Project" de Gene Kim, Kevin Behr e George Spafford - Este livro é uma introdução à metodologia DevOps, usando uma narrativa empresarial envolvente para explicar como melhorar os processos de desenvolvimento de software e operações de TI.


"Clean Code: A Handbook of Agile Software Craftsmanship" de Robert C. Martin - Um livro fundamental para programadores que desejam escrever código limpo e de alta qualidade. Ele apresenta princípios e práticas para melhorar a legibilidade e a manutenibilidade do código.


"The Innovator's Dilemma" de Clayton Christensen - Um clássico que explora por que as empresas líderes muitas vezes falham em inovar e como as inovações disruptivas podem transformar indústrias inteiras.


"The Pragmatic Programmer: Your Journey to Mastery" de Andrew Hunt e David Thomas - Este livro oferece dicas e técnicas valiosas para programadores que desejam se tornar mais eficazes e eficientes em seu trabalho.


"Sapiens: A Brief History of Humankind" de Yuval Noah Harari - Embora não seja estritamente um livro de tecnologia, "Sapiens" discute a história da humanidade e como a tecnologia desempenhou um papel fundamental na evolução da sociedade.


"The Lean Startup" de Eric Ries - Um guia essencial para empreendedores e startups que desejam criar produtos de forma eficiente e inovadora, usando a metodologia Lean.


"Design Patterns: Elements of Reusable Object-Oriented Software" de Erich Gamma, Richard Helm, Ralph Johnson e John Vlissides - Um livro clássico que descreve padrões de design de software comuns que podem ser aplicados para resolver problemas recorrentes.


"Blockchain Basics: A Non-Technical Introduction in 25 Steps" de Daniel Drescher - Este livro explica os conceitos fundamentais por trás da tecnologia blockchain de forma acessível, mesmo para leitores não técnicos.


"The Art of Computer Programming" de Donald E. Knuth - Uma obra monumental que explora os fundamentos da ciência da computação e da programação. Embora seja bastante técnico, é uma leitura essencial para aqueles que desejam uma compreensão profunda da disciplina.


"Zero to One: Notes on Startups, or How to Build the Future" de Peter Thiel - Neste livro, o cofundador do PayPal oferece uma visão única sobre como criar startups de sucesso, enfatizando a importância da inovação disruptiva.

Shiba Inu e Dogecoin

Shiba Inu e Dogecoin são duas criptomoedas que se tornaram muito populares recentemente. 

Ambas foram criadas como uma forma de brincadeira, mas acabaram se tornando um sucesso entre os investidores em criptomoedas. 

A principal diferença entre as duas é a sua tecnologia subjacente. 

O Dogecoin é uma criptomoeda baseada na tecnologia blockchain, assim como a maioria das outras criptomoedas. Já o Shiba Inu utiliza a tecnologia ERC-20, que é baseada na plataforma Ethereum. 

Além disso, o Shiba Inu tem uma oferta limitada de moedas, o que significa que pode haver uma maior demanda no futuro. 

Ambas as criptomoedas têm uma forte comunidade de apoiadores, mas é importante lembrar que investir em criptomoedas é um risco e deve ser feito com cuidado e pesquisa adequados.

Peer-to-Peer

Peer-to-peer, também conhecido como P2P, é uma forma de compartilhamento de arquivos e dados em rede. 

Nesse modelo, os computadores se conectam diretamente uns aos outros, sem a necessidade de um servidor centralizado. 

Isso permite que os usuários troquem informações de forma mais rápida e eficiente, sem depender de uma infraestrutura complexa. 

O P2P é utilizado em diversas áreas, como compartilhamento de arquivos, jogos online, transações financeiras, entre outros. 

Embora seja uma tecnologia útil, o P2P também pode apresentar riscos de segurança, como o compartilhamento de arquivos infectados com vírus ou malwares. 

Por isso, é importante tomar medidas de segurança ao utilizar essa tecnologia.

DeApps

Os DeApps (aplicativos descentralizados) são uma nova categoria de aplicativos que funcionam na tecnologia blockchain e são executados em uma rede descentralizada. 

Eles operam independentemente da autoridade centralizada, permitindo maior transparência, segurança e privacidade dos dados. 

Os DeApps oferecem uma variedade de recursos, incluindo contratos inteligentes, tokens e votação descentralizada. 

Eles também permitem a criação de plataformas peer-to-peer, permitindo que as pessoas participem diretamente do processo de tomada de decisão e interajam uns com os outros sem intermediários. 

Os DeApps são considerados uma evolução dos aplicativos tradicionais, pois oferecem maior controle e autonomia aos usuários. 

Eles estão se tornando cada vez mais populares na comunidade de criptomoedas e blockchain.

Arbitrum

Arbitrum é uma solução de escalabilidade de blockchain de segunda camada projetada para tornar as aplicações descentralizadas (dApps) mais rápidas e acessíveis. 

Ele é construído sobre a rede Ethereum e funciona como uma camada adicional que opera ao lado da rede principal. 

Isso significa que os usuários podem executar transações e contratos inteligentes com maior eficiência e menor custo, sem sacrificar a segurança ou a descentralização. 

O Arbitrum usa uma abordagem conhecida como rollups, onde as transações são processadas fora da cadeia principal e, em seguida, reconciliadas com a rede principal, permitindo que a rede principal manipule um grande número de transações. 

Ele oferece várias vantagens em comparação com outras soluções de escalabilidade, incluindo compatibilidade total com contratos inteligentes existentes, velocidade de transação e taxas mais baixas.

Documentários sobre Bitcoin

Existem muitos documentários sobre Bitcoin, mas aqui estão alguns dos mais populares e recomendados:

Banking on Bitcoin (2016): O documentário explora a história do Bitcoin, desde sua criação em 2009 até sua crescente adoção e regulamentação.

The Rise and Rise of Bitcoin (2014): Este documentário segue a jornada do desenvolvedor de software Daniel Mross em sua busca para entender e adotar o Bitcoin.

Bitcoin: Beyond the Bubble (2018): O documentário narra a história do Bitcoin e como ele está sendo usado atualmente, bem como as perspectivas futuras.

Magic Money: The Bitcoin Revolution (2017): Este documentário explora a história e a tecnologia por trás do Bitcoin, bem como o impacto que pode ter no futuro das finanças.

The Bitcoin Gospel (2015): O documentário destaca a crescente adoção do Bitcoin em todo o mundo e explora suas implicações para a sociedade.

Trust Machine: The Story of Blockchain (2018): Este documentário explora a tecnologia blockchain, que sustenta o Bitcoin e outras criptomoedas, e como ela pode revolucionar a forma como fazemos negócios e trocamos informações.

Bitcoin: The End of Money As We Know It (2015): O documentário explora o potencial do Bitcoin para desafiar o sistema financeiro global e oferecer uma alternativa mais justa e segura.

The Bitcoin Phenomenon (2014): Este documentário apresenta entrevistas com especialistas em Bitcoin e explora como a criptomoeda pode mudar a forma como fazemos negócios e interagimos online.

Bitcoin: The Future of Money? (2014): O documentário explora o impacto que o Bitcoin pode ter na economia global e se é uma solução viável para os problemas do sistema financeiro tradicional.

Life on Bitcoin (2014): Este documentário segue um casal que decide viver por 90 dias apenas com Bitcoins, mostrando os desafios e as oportunidades da criptomoeda no dia a dia.

dYdX

dYdX é um protocolo financeiro descentralizado que funciona na blockchain Ethereum. 

Ele permite que os usuários realizem negociações de criptomoedas com margem, o que significa que os usuários podem fazer negociações com mais dinheiro do que possuem, aumentando o potencial de lucro (e perda). 

O protocolo também permite a negociação de criptomoedas com contratos futuros e opções, bem como empréstimos e empréstimos de criptomoedas. 

O dYdX é um protocolo de código aberto, o que significa que qualquer pessoa pode auditar e contribuir para o código, e é executado em uma blockchain descentralizada, tornando-o imutável e resistente à censura. 

O objetivo do dYdX é fornecer um sistema financeiro global, aberto e acessível para todos.

Web3 Dots

Web3 Dots é uma iniciativa voltada para a construção de uma Internet descentralizada e baseada em blockchain. 

Com a visão de empoderar os usuários, a Web3 Dots busca promover a interoperabilidade entre diferentes blockchains e aplicativos descentralizados (dApps). 

Por meio de tecnologias como Polkadot, Substrate e Parity, eles fornecem ferramentas e infraestrutura para o desenvolvimento e implantação de projetos Web3. 

A Web3 Dots também está envolvida em pesquisas e desenvolvimento para melhorar a escalabilidade, segurança e usabilidade da Web3. 

Seu objetivo final é criar um ecossistema Web3 vibrante, inclusivo e autônomo, permitindo que as pessoas tenham controle sobre seus dados e interações na Internet.

Mineração

A mineração de criptomoedas é um processo pelo qual novas unidades de uma criptomoeda são criadas e registradas em um registro público descentralizado, conhecido como blockchain. 

Os mineradores utilizam hardware de computador especializado para resolver problemas matemáticos complexos, processo conhecido como "prova de trabalho". 

Quando um minerador resolve um problema criptográfico, ele adiciona um bloco à blockchain e é recompensado com uma certa quantidade de criptomoeda. 

A quantidade de criptomoeda recebida depende do protocolo da criptomoeda em questão e da dificuldade do problema criptográfico resolvido. 

A mineração de criptomoedas pode ser altamente competitiva e requer um grande investimento em hardware de computador e eletricidade.

Rarity Tools

Rarity Tools é uma plataforma que oferece ferramentas para avaliar a raridade e o valor de ativos digitais colecionáveis, como NFTs e criptomoedas. 

A plataforma usa algoritmos para coletar e analisar dados sobre a oferta, demanda e transações desses ativos na blockchain. 

As ferramentas incluem o Rarity Sniper, que monitora em tempo real novos NFTs, o Rarity Calculator, que avalia a raridade de um NFT específico, e o Rarity History, que fornece um histórico completo de todas as transações. 

A Rarity Tools é uma ferramenta útil para colecionadores e investidores que desejam tomar decisões informadas sobre a compra e venda de ativos digitais colecionáveis.

Nodes (Nós)

Nodes, em termos gerais, são dispositivos ou computadores conectados em uma rede que executam e mantêm serviços ou protocolos específicos para permitir a comunicação e troca de informações na rede.

Em tecnologia blockchain, um node é um dispositivo ou computador conectado à rede blockchain que executa uma cópia do software da blockchain e ajuda a manter a segurança e integridade da rede. 

Os nodes em uma blockchain ajudam a validar transações, executar contratos inteligentes e manter um registro atualizado de todas as transações na rede. 

Eles podem ser classificados em diferentes tipos, como full nodes, light nodes, masternodes, entre outros, dependendo de suas funções e responsabilidades na rede.

PancakeSwap

PancakeSwap é um protocolo descentralizado de finanças (DeFi) construído na Binance Smart Chain, uma blockchain alternativa à Ethereum. 

Ele permite aos usuários trocarem tokens, fornecerem liquidez para pools de liquidez, fazer staking e ganhar recompensas em seus tokens nativos, o CAKE e o SYRUP. 

O PancakeSwap opera de maneira semelhante ao Uniswap, um popular protocolo DeFi na Ethereum, usando um mecanismo automatizado de formação de mercado (AMM) para determinar preços de token e facilitar negociações descentralizadas. 

O PancakeSwap se tornou popular devido a taxas de transação mais baixas e tem atraído muitos usuários e projetos devido à sua acessibilidade e eficiência.

DAO

DAO é um acrônimo para Organização Autônoma Descentralizada (Decentralized Autonomous Organization, em inglês). 

É uma forma de organização que opera por meio de contratos inteligentes em blockchain, permitindo a descentralização e automatização de processos de tomada de decisão e execução de ações. 

A DAO permite que os membros tenham poder de voto proporcional ao número de tokens que possuem, e as decisões são tomadas por meio de votação em blockchain. 

Ela pode ser aplicada em diversas áreas, como finanças, governança, arte e cultura. 

No entanto, sua implementação requer segurança cibernética sólida, para evitar vulnerabilidades e ataques maliciosos.

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